SAF do Atlético-MG pode ter surpresa negativa do Banco Central
Para a surpresa da Massa Atleticana, o Cuiabá decidiu acionar o Banco Central do Brasil contra Rubens Menin, empresário que comanda a SAF do Atlético-MG e é o principal nome por trás da Galo Holding, entidade gestora do futebol do clube mineiro. O motivo do movimento jurídico está relacionado a dívidas ainda não quitadas com diferentes clubes.
Entre as pendências questionadas, está a situação envolvendo a contratação do atacante Deyverson. A solicitação enviada à autoridade monetária busca que seja realizada uma análise detalhada da saúde econômico-financeira de Menin, que também atua como controlador de uma instituição bancária no país. O objetivo do Cuiabá é levantar perguntas sobre a capacidade de Menin manter os padrões regulatórios.
Assim, os débitos assumidos em nome do Atlético-MG e de suas empresas coligadas devem receber atenção ainda maior com a notificação. A representação se apoia em diretrizes do Conselho Monetário Nacional, que exigem que os controladores de instituições financeiras comprovem capacidade econômica e conduta ilibada.
Atlético-MG caminha em alerta após decisão do Cuiabá
Na visão do clube cuiabano, o volume da dívida da Galo Holding pode representar risco à governança, liquidez e conformidade da entidade bancária controlada por Menin. A notícia foi compartilhada em um primeiro momento pelo jornalista Venê Casagrande, que obteve o documento redigido pelo setor jurídico do Cuiabá e enviado ao Banco Central. A torcida do Atlético-MG segue atenta às atualizações.
“Dono de Banco, pelas leis brasileiras, não pode ter nenhum tipo de dívida, senão isso é considerado DEFAULT (No mercado financeiro, default significa calote ou moratória. Embora o termo seja mais utilizado quando se fala de países, ele se aplica também ao meio empresarial. Ou seja, empresas que atrasam ou não honram pagamentos junto a bancos e demais credores também podem entrar em default.) por parte deles”, disse.